Nossos projetos

CENTRODEOPERAÇÃO_SALADECONT

A entrada em operação do CIOp-SUB: Contribuições da Ergonomia da Atividade | 2016

O projeto teve como objetivo identificar necessidades de ajustes e transformações nos espaços do novo Centro Integrado de Operações Submarinas (CIOp-SUB) de uma empresa petrolífera. Foi realizado o acompanhamento do início da operação das diferentes equipes utilizando uma dupla abordagem metodológica: Análise Ergonômica do Trabalho (AET) e Avaliação Pós-Ocupação. Resultado: a avaliação mostrou que o novo espaço de trabalho teve boa aceitação por parte dos usuários. Alguns problemas com origens diversas (ex. alteração do projeto ou substituição de equipamentos, início tardio do projeto...) foram abordados para apresentar novas especificações.

replicantes

Organização do Trabalho das Plataformas Replicantes do Pré-Sal | 2014.

Objetivo: geração de orientações para o projeto de organização de trabalho das plataformas replicantes a serem instaladas na área do pré sal. O foco foram as equipes fixas embarcadas e a equipe de planejamento integrado onshore. O POB (people on board) determinado no projeto da unidade (126), representava uma redução no número de pessoas embarcadas nas unidades, normalmente, operadas na empresa (cerca de 180). Resultados: redefinição da futura organização de trabalho e composição das equipes; inclusão de aspectos organizacionais nos temas relevantes do projeto possibilitando a antecipação de problemas futuros; comparações entre as diferentes plataformas evidenciando fatores decisivos para uma operação segura.

ambiente-colaborativo

Projeto do Ambiente Colaborativo - GIOp SUB: Contribuições da Ergonomia da Atividade | 2014.

Objetivo: identificar as variáveis fundamentais para a concepção de ambientes destinados a abrigar o trabalho colaborativo no novo Centro Integrado de Operações Submarinas (CIOp-SUB) de uma empresa petrolífera. O projeto do novo ambiente visava a integração operacional através do compartilhamento dos recursos entre os diferentes setores e uma maior eficiência operacional. O escopo contemplou layout, mobiliário, ambiências, dispositivos tecnológicos e principalmente, organização do trabalho. Foi utilizado a Análise Ergonômica do Trabalho e técnicas de simulação para analisar e validar alternativas de projeto com a participação de representantes da operação e líderes de projeto. Durante as simulações, o número de operadores para atuar no novo ambiente, previsto pela empresa, foi revisto com a criação de novos postos de trabalho e modificações nas suas interrelações, redefinindo a organização de trabalho anteriormente prevista.

manutenção-parada-plataform

Integração entre Planejamento e Execução nas Paradas de Produção Programadas da UO-Rio | 2013.

Objetivo: Acompanhar o projeto das campanhas de manutenção, incluindo a parada programada, de 6 unidades de produção da UO-Rio, desde as primeiras etapas do planejamento até o encerramento. O objetivo é aproximar as atividades de planejamento e execução, trazendo os principais problemas para discussão com os atores e lideranças envolvidos e, assim, possibilitar o desenvolvimento de um ciclo de melhorias. Tais medidas têm como foco o desenvolvimento de soluções que permitam a consolidação da transformação de uma lógica de execução das paradas de produção sob demanda para uma visão cíclica trianual das paradas programadas e a redução do passivo total de manutenção das unidades. Serão desenvolvidas, para cada projeto, árvores lógicas de causalidade para a identificação das restrições (causas-raíz) para o desenvolvimento dos projetos.

condições-de-trabalho

Avaliação Ergonômica das Condições de Trabalho em Unidades da UO-BS e da UTGCA | 2013.

Objetivo: avaliação ergonômica das condições de trabalho nas plataformas de petróleo Mexilhão, Merluza e na Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA), de modo atender requisitos da legislação e recomendações de normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego (NRs-MTE), em particular a NR-17. Método: utilizados preceitos da Análise Ergonômica do Trabalho (AET) nas diferentes equipes das plataformas (operação, manutenção, manutenção complementar ou ISUP – Instalações de Superfície, movimentação de cargas, hotelaria e apoio) e da UTGCA. Resultado: geração de recomendações agrupadas conforme a facilidade de implementação ou a necessidade de maior detalhamento de análise: curto, médio e longo prazo.

graxa

A contribuição da Ergonomia para o projeto da nova fábrica de graxas da Petrobras Distribuidora S.A. | 2013.

Em um projeto de uma nova planta de uma fábrica de graxas lubrificantes, foi solicitada uma intervenção visando melhoria de produtividade, segurança e saúde. A equipe de projeto estudou duas plantas correlatas, para identificar problemas e possíveis soluções, construindo um referencial empírico de funcionamento. As informações foram trabalhadas em conjunto com operadores, técnicos e gerentes. Ao fim do projeto, foi elaborado um relatório propondo, dentre outras, modificações de layout, especificação de equipamentos, fluxo de matérias primas e caminhões, localização dos estoques e instalação de equipamentos de proteção coletiva.

plataforma

Avaliação Ergonômica das Condições de Trabalho em Plataformas de Petróleo | 2011.

Objetivo: desenvolver uma metodologia e promover a avaliação ergonômica das condições de trabalho de plataformas de petróleo , de modo a atender requisitos da legislação e recomendações de normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego (NRs-MTE), em particular a NR-17, devido às auditorias realizadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-RJ). A pesquisa foi desenvolvida em dois ciclos, 2011 e 2013. Resultados: no primeiro ciclo (duração de 6 meses) foram analisadas 6 plataformas e foi desenvolvida a metodologia de avaliação ergonômica;  no segundo ciclo, a metodologia foi aplicada na avaliação de outras plataformas da UO-BC.

movimentação

O Trabalho de Movimentação de Cargas em Plataformas Offshore: Situação Atual e Proposição de Melhorias Visando as Novas Áreas de Produção | 2010.

Sete embarques em três plataformas em produção diferentes, para levantamento das práticas das equipes de movimentação de cargas e posterior confrontação com as práticas utilizadas pelos projetistas. O produto final foi um novo conceito sobre os sistemas de movimentação de cargas voltados para os projetos de áreas, fluxos e acessos, e equipamentos, com uma lista de recomendações para o desenvolvimento de projetos futuros.